AVISO AOS DESAVISADOS

A partir de hoje o In Home tem outro endereço e esse blog vai ter apenas as histórias, em capítulos. Postagens "normais" só lá (:
Aqui agora será o Somebody tell me, com as histórias que eu vou escrever. É mais fácil assim do que excluir todas as postagens daqui com os comentários e passar pra lá, não concordam? Anyway, se você é um dos raros seguidores que realmente leem o blog, o endereço novo é www.temnomenenhumtwo.blogspot.com
Beijinhos

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Então...

...Eu andei percebendo que mesmo com toda aquela coisa de parar a história pra ver se os comentários aumentavam, eles continuam do mesmo jeito. E olha que já faz quase quatro semanas que eu postei a nona parte, mas isso não vem ao caso. O fato é que há algum tempo atrás, conversando com o Henrique Miné, eu percebi que talvez isso aconteça porque muita gente não começou a ler a história desde o começo e tem preguiça, ou sei lá por que motivos, e não leem o Reencontro. Então, eu, na minha boa vontade e enorme desejo de ver isso aqui prosperar, decidi fazer um resumo de tudo que aconteceu na história até hoje. Assim, quem não leu pode ler e quem já leu pode reler. Talvez o post fique um pouco grande, mas não desanime. Como diria o Bial, você é um guerreiro. Então vamos lá.

Viu como ele seduz? rs


Reencontro - Parte 1 a 9

Maria Clara era uma garota de dezesseis anos, linda, que tinha tudo pra ser feliz, menos pais. Ela havia sido abandonada num orfanato quando tinha seis meses e desde então se mudava frequentemente. A única coisa que realmente tinha de seus pais, era uma foto velha de uma mulher, um cordão e uma trilha sonora. Um certo dia, durante uma das visitas costumeiras da igreja ao orfanato, ela conheceu Roran, o filho de um pastor. Os dois passaram a se encontrar quase os todos dias e em meio às lagrimas e tristezas de Maria Clara por causa do seu passado, e aos lindos sorrisos que ele a fazia dar, os dois acabaram se apaixonando. Em um dos dias que saíram, ela conheceu Jack, um amigo de Roran, mas o clima não foi nem um pouco de prazer. Tanto pra ele, como pra ela.
Paralelamente à história, aparece Joanne. Uma mulher amargurada que engravidou aos dezesseis anos mas desesperada deu a filha para adoção. Anos depois, já adulta, separada do marido e totalmente sozinha, Joanne sonha em ser mãe novamente, mas seu sonho é interrompido por um mioma, que a faz tirar o útero. Sem mais saídas, ela procura um orfanato para adotar um filho.
Do outro lado da história, Roran chama Maria Clara para ir a casa de um amigo e ela é surpreendida pelo fato do tão aguardado amigo ser Jack. Mas o que a deixa mais surpreendida ainda é o fato de Jack também ser órfão e ter sido adotado justamente por Joanne, a mulher da foto que ela pensa ser sua mãe.




Bem, é mais ou menos assim que a história se desenrola. E agora? Será Joanne a mãe de Maria Clara? E se for, como fará a menina para sustentar um relacionamento com Jack como irmão? E quanto a Roran? Não perca, no próximo capítulo de Reencontro. (Na voz c-dução do carinha do Globo Repórter)

Eu to engraçadinha hoje né? rs

Ah, e quem quiser comentar como queria que a história acabasse ou o que não gostou na história, pode comentar também. Estamos sempre abertos a opiniões. Enfim, por hoje é isso. Prometo que se esse post me animar, continuo a história o mais breve possível. E desculpem pelo sumiço. Beijos.




In Home:
www.temnomenenhumtwo.blogspot.com

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Reencontro - Parte 9



- Oi. - Maria Clara disse sorrindo ao abrir a porta para Roran
- Oi, tudo bem?
- To bem e você?
- Melhor agora. - ele disse, como galante que era
- Então, o que vamos fazer hoje?
- Bem, é que eu vou ter que fazer uma visita pra um amigo meu, e gostaria que você viesse comigo, pra conhecê-lo melhor e conhecer a mãe dele também. Ele acabou de se mudar pra uma casa nova e não conhece ninguém por lá. É bom dar uma força.
- Achei que como namorada eu já tivesse passado da fase das apresentações. - ela disse e deu um beijo nele
- Essa não vai ser uma...apresentação. Você vai entender quando chegarmos lá. Isso é, você vem né?
- Claro, eu só vou me trocar. Um segundo.

Quase meia hora depois eles saíram. Pegaram o ônibus e depois de andar um pouco, chegaram. Roran foi logo batendo na porta.

- Oi Roran!
- Oi Jack!
- Era só o que faltava. Jack! - disse Maria Clara ironicamente ao ver quem era o tão famoso amigo.
- Nossa cara, quando você me falou que traria sua namorada não imaginei que fosse essa fresca.
- Vamos parar por aqui né. Vocês já estão bastante grandinhos.
- Por mim tudo bem. Entrem. Não é lá grande coisa, mas é bem legal.

É, o apartamento era mesmo bem legal. A porta dava numa sala de estar, com carpete. Havia dois sofás azuis, perpendiculares e uma mesinha com um arranjo no centro. Eram orquídeas, as mais raras e mais lindas, preferidas de Maria Clara. Tinha também uma estante enorme, de madeira com alguns livros e cd's e uma radiola antiga.

- A minha mãe vai demorar um pouco pra chegar sabe, então nós podemos ir conversando um pouco por enquanto. - Jack falou tentando ser mais cordial possível, principalmente com Maria Clara
- Err, tudo bem. Pra mim não tem problema. - ela respondeu sem jeito

Eles se sentaram. E o silêncio se estendeu. Maria Clara então se levantou, foi até a estante e começou a olhar os livros e cd's. Havia alguns mais recentes como a série de Eragon, Dan Brown e alguns romances eróticos, que provavelmente deviam ser do Jack, mas também tinham os clássicos como Romeu e Julieta, Morro dos Ventos Uivantes, Hamlet e até mesmo o Pequeno Príncipe. Era com certeza uma gama de livros perfeita. Ela olhou pra trás e ganhei um beijo no ar de Roran, que pediu licença pra ir ao banheiro. Maria Clara então pegou o Pequeno Príncipe, na sua primeira edição, e começou a foliar.

- O Pequeno Príncipe, eu pessoalmente adoro. - Jack disse se aproximando dela
- Achei que fossem da sua mãe.
- A maioria sim. Principalmente os mais novos, ela é bem ligada em leitura. Mas os mais antigos são meus. Eu ganhei dos meus pais quando era pequeno, são algumas das únicas lembranças deles. Normalmente eu leio todos pelo menos uma vez no ano. Incluindo o Pequeno Príncipe - ele disse esboçando um sorriso lindo.
- Eu não entendi muito bem. - ela falou confusa
- Ah! O Roran não deve ter contado. Entendi.
- Contado o quê?
- Bem, essa minha mãe não é a minha mãe de verdade. Eu perdi os meus pais quando tinha sete anos. Eles sofreram um acidente de carro. As minhas tias não quiseram cuidar de mim então eu fui pra um orfanato. Fiquei lá por 10 anos, até agora.

Maria Clara olhou pra ele surpresa e pela primeira vez enxergou o verdadeiro Jack. Ele sorriu pra ela novamente e ela sorriu pra ele. Os dois ficaram assim, pertos um do outro por um tempo até que alguém abriu a porta.

- Jack! Oi, cheguei com as compras. Vamos fazer o almoço? - disse a mãe dele, interrompendo os dois. Maria Clara rapidamente se afastou dele e abaixou a cabeça.
- Oi. - ele disse e foi ao encontro dela para pegar as compras
- Oi, você deve ser amiga do Jack!
- Oi. - Maria Clara falou e levantou os olhos.
- Meu nome é Joanne. E o seu?

Mas Maria Clara não conseguiu responder. Apenas parou totalmente surpresa olhando pra mulher da foto.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Sério

Porque ninguém comenta nas postagens? São muito ruins? Se são, por favor, falem.
Eu fico traumatizada quando, mesmo depois de uma semana, meu post ainda tem 1 comentário. Não desmerecendo esse um, claro. Eu amo escrever esses textos, mais vai chegando uma hora que a gente cansa né. Se você não lê e não comenta nessa joça, pra quê é seguidor? 99 é só um número e não significa nada. Então, eu me recuso a continuar a escrever a história enquanto o post passado não conseguir pelo menos 10 comentários, já que eu não posso pedir mais porque se não seria extremamente envergonhada. Se você não gosta da história, diga apenas um "eu te odeio" ou "vá se foder" ou "o que importa?", mais diga. E se você gosta disso aqui, por favor, comente *----------------------------*
É isso. E é sério. Até o dia em que vocês decidirem. Beijos dessa triste blogueira aqui.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Reencontro - Parte 8

Joanne

Assim que chegou em casa, tomou um banho e desceu pro escritório. Ela começou então a procurar em diversos sites informações sobre a adoção e a vastidão de orfanatos e de crianças precisando ser adotadas a deixou feliz, mas triste ao mesmo tempo. Feliz porque quanto maior o número, maiores as chances dela conseguir ser mãe. Triste por ver a situação de menores abandonados tão grande. Mas Joanne deixou um pouco de lado suas emoções e começou a anotar o endereço dos dois únicos orfanatos da cidade, era hora de agir.

Já era quase seis horas da tarde. Joanne olhou para o papel na sua mão, incerta do que ia fazer. Talvez ela devesse deixar pra depois, muitos orfanatos podiam não receber visitas a essa hora. Ou talvez simplismente não fosse seu destino ser mãe, por isso ela havia perdido tantas chances. Mexer no destino não era a coisa certa a se fazer. Mas também aquela poderia ser a sua última chance de ser feliz. Então mesmo cheia de dúvidas, ela foi em busca do seu futuro.

Decidiu primeiro ir no orfanato de meninos. Ela gostava da idéia ser mãe de um filho. Filhas normalmente dão mais trabalho. Junto com a diretora e uma assistente social que estava lá, Joanne foi conhecer os internos. Infelizmente, as crianças mais novas já estavam direcionadas a outros pais adotivos, então só lhe restou visitar os mais velhos. Visitou os primeiros quartos, mas nenhum dos garotos lhe pareceu...adequado. Ela não queria pensar assim, como se eles fossem objetos, mas não havia jeito. A cada novo quarto que ela entrava, seu coração acelerava com a idéia de conhecer seu futuro filho e ao entrar no quinto, ele quase saiu da boca. Joanne ficou observando um pouco de longe o garoto com o cabelo cor de bronze e mesmo que ele já tivesse aparência de uns dezoito anos, o que significava que em breve ele já seria maior de idade e independente dela caso ela o adotasse, ele lhe chamou muito a atenção. De todos os garotos que ela já havia visto, aquele tinha sido o único a despertar um sentimento diferente nela. Talvez isso podia ser um sinal. Seja lá o que fosse, ela tinha que conversar com o garoto primeiro.

- Oi. - disse ela se aproximando do rapaz
- Oi.
- Meu nome é Joanne. Qual é o seu?
- Joanne minha querida, daqui a pouco é hora do jantar, seria melhor se você voltasse amanhã - disse a diretora, interrompendo os dois
- Tudo bem, eu já vou indo. Só quero falar com ele um pouquinho.
- Então tá.

Ela se virou novamente para o menino e continuou

- Quantos...anos você tem?
- Dezessete
- Ah! - disse ela se desanimando um pouquinho ao ver que ele já não precisava mais tanto assim de uma mãe
- Olha moça, se a senhora veio tentando me adotar, quero que saiba que não me importo nem um pouco em ser maior de idade e ter uma mãe.
- E eu não me importo em ter um filho adulto. - disse Joanne enchendo os olhos de água

Os dois se abraçaram. Naquele momento, ela se sentiu extremamente feliz. Como se conhecesse o garoto há tempos e como se ele pudesse completá-la. Todo vazio foi embora e ela quase podia se ver criando o menino desde pequeno.

- Joanne, vamos? - chamou a diretora mais uma vez
- Vamos.

E ela voltou pra casa, mais feliz do que nunca.

SEM IMAGEM HOJE, NÃO ACHEI NENHUMA QUE DESSE CERTO COM O POST (:

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Reencontro - Parte 7




Joanne

Segunda-feira. Dia de caminhada depois do trabalho e Joanne precisava ir. Não porque queria emagrecer, coisa que nem era mais necessária, já que ela quase não comia nos últimos dias e já tinha perdido uns bons quilinhos, mas porque suas caminhadas matinais a faziam bem como quase nada fazia agora. Elas a faziam se sentir livre e lhe davam tempo pra pensar na vida. Uma coisa que ela precisava muito fazer.

Se arrumou e saiu. Foi correndo pelo mesmo caminho de todos os dias, vendo as mesmas pessoas que ela não conhecia, mas uma coisa lhe chamou a atenção em especial. Perto da ponte, havia um casal, jovens e apaixonados. A menina, grávida. Mas o rapaz estava lá, com ela. E isso doeu em Joanne. Ver que ele estava presente, que não tinha abandonado a garota, que ia arcar com suas obrigações de pai e que, acima de tudo, parecia amar a menina e a criança que estava por vir. Coisa que não aconteceu com ela. Grávida aos 16 anos, foi abandonada pelo namorado e a família já não a conhecia mais. Ela tinha ficado com medo, desesperada. Mas isso não era motivo pra abandonar o próprio filho, ou filha. No final das contas, ela era tão monstruosa quanto o ex-namorado. E por isso merecia tudo. Merecia a dor de ter sido abandonada, a dor de ter abandonado, as dificuldades, a fome, a perda do marido, a doeça que tinha, tudo pelo que tinha passado.

Joanne olhou pro céu alaranjado pelo por-do-sol e parou de caminhar por um instante. Ela estava bem no meio da ponte e por um momento, as águas agitadas do rio lá em baixo se tornaram convidativas. Seria tudo tão mais simples. Todos os problemas, dores, tudo desaparecia. Sua vida não tinha uma razão, era mais fácil acabar com ela logo de uma vez. Ninguém sentiria sua falta mesmo. Involuntariamente, seus pés começaram a se mexer.

- Ei moça, me dá um real? - disse um garotinho, de mais ou menos uns sete anos que se aproximou dela

Ela olhou pra ele perplexa consigo mesmo. Não acreditava que estava tentando se matar, achando-se no direito de tirar a própria vida porque pensava que tinha problemas demais. Ao ver o menino, pedindo dinheiro na rua, Joanne viu que ela tinha mais era que agradecer. Não passava necessidades, tinha uma casa, um carro, tudo o que quisesse comprar. O passado não importava mais, seu marido não importava mais. Ela tinha que aprender a conviver com aquilo. Ela não podia ser mãe, mas podia adotar uma criança. Era isso! Como ela não tinha pensado nisso antes! Adotar um filho. Ela ainda podia ser feliz.

Pegou algumas moedas, deu ao garotinho, agradeceu a ele e lhe deu um beijo na testa. Sem se importar em continuar a caminhada, Joanne voltou para casa com uma nova perspectiva de vida, vendo não apenas a ponte da cidade, mas uma ponte que poderia levá-la a felicidade.

DESCULPEM A DEMORA, MAIS EU ANDEI MEIO OCUPADA, TAVA EM SEMANA DE PROVA E TAMBÉM ANDARAM ACONTECENDO UMAS COISAS AÍ :/ MAIS PROMETO NÃO DEMORAR PRA POSTAR A OUTRA PARTE TANTO ASSIM, OBRIGADA POR ACOMPANHAREM A HISTÓRIA :D

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Reencontro - Parte 6



Maria Clara foi chegando e subindo as escadas pro seu quarto. Apesar da diversão de passar a noite com o Roran, aquele tinha sido um dia meio exaustivo. E o susto daquela noite tinha contribuído bastante pra isso. Ele a tinha feito lembrar de um momento nada agradável da sua vida. Ela se lembrava até hoje daquela noite de sexta-feira. Maria Clara tinha ido até a padaria comprar leite para o resto das internatas. A rua estava cheia de gente, como de costume no dia do festival anual, mesmo que a hora já estivesse avançada então ela continuou seguindo.Mas a cada passo, sentia uma coisa estranha, algo dentro do peito que a desesperava. Assustada, apressou-se para chegar mais rápido, quando de repente escutou algo atrás de algumas latas de lixo. Olhou morrendo de medo para ver o que era e viu que um gato tinha derrubado a tampa.

- É só a minha imaginação, não tem ninguém aqui. Não vai acontecer nada comigo. Fica calma Maria Clara. - dizia ela pra si mesma tentando se acalmar

Ela continuou a andar, apressando o passo, estava no limite do medo. Foi então que viu um homem na rua andando tranquilamente. A essa altura a padaria já estava próxima, mas a multidão de gente que estava no festival já tinha se afastado. Só restava ela, o homem esquisito e a escuridão da rua. Quase correndo, Maria Clara fez de tudo pra se acalmar, mas o medo era grande demais. As mãos começaram a suar frio e suas pernas, embolando umas nas outras, não colaboravam na tentativa de aumentar sua velocidade.

Quando estava virando a esquina, o homem parou na sua frente. Os olhos de Maria Clara se aregalaram e ela ficou totalmente paralisada. Tentou ver quem era o homem mas seu rosto estava coberto com um pano escuro de modo que ele era irreconhecível. Ela tentou fazer suas pernas correrem, mas elas simplismente não obedeciam. Maria Clara então se deu um beliscão pra ver se conseguia sair do transe e começou a correr sem rumo. O homem começou a segui-la. Mas porque? Pensou ela. Se fosse apenas um ladrão, a deixaria em paz. Tinha alguma coisa horrível e estranhamente familiar naquele homem.

Quanto mais ela tentava correr rápido, parecia que diminuía o ritmo. Ela não tinha nada que pudesse parar aquele homem, nem força, nem velocidade o suficiente. Foi então que ela olhou pra trás, mas ele já havia desaparecido. Ela parou, olhou para os lados e não viu ninguém, quando de repente uma mão tocou seu ombro.
Naquele momento, todo seu corpo estremeceu. Tentou olhar para trás e ver quem era mas a idéia a deixava assustada demais.

- Oi.
- Ahh, Beth minha amiga, que susto. Aliás, que bom que é você - disse ela, reconhecendo a voz da amiga

Preocupada, Beth tinha resolvido ir atrás de Maria Clara. Ela começou a contar o acontecido para sua amiga enquanto tomavam o caminho para a padaria, mas de repente escutaram passos lentos atrás delas. Olharam pra trás para ver quem era e não viram nada. Quando voltaram o rosto pra frente, lá estava o homem. Elas ficaram se perguntando o que ele queria, porque estava perseguindo-nas sem nem as conhecer. Maria Clara fitou os olhos do homem, mas estremeceu ao ver tanta maldade numa só pessoa. Ele ficou mudo e de repente deu um empurrão em Maria Clara, que bateu a cabeça e ficou tonta, caída no chão. Ela escutou o homem dizer que teria que ser livrar de Beth, porque ela não estava não planos e estremeceu ao perceber que o homem a queria e que algo de horrível aconteceria por sua causa.

Ele deu um soco na cara de Beth, que caiu no chão. Ela começou a pedir por misericórdia, mas o homem não se importou. Pegou um ferro e foi em direção a ela, batendo na sua nuca. Beth ficou imóvel no chão. O homem olhou seus batimentos cardíacos e sorriu, ao ver que não havia mais nenhum. Quando viu que ele estava se aproximando, Maria Clara gritou. O homem veio lentamente, como se tivesse adorando ver seu desespero, levantou a mão para pegá-la . . . Foi então que um rapaz começou a gritar e correr em direção a eles. Pegou um pedaço de madeira e bateu na cabeça do homem, que caiu desmaiado.

O rapaz então foi dar assistência a Maria Clara, que logo em seguida desmaiou em seus braços . . .

QUERIA DEDICAR O CAPÍTULO DE HOJE E AGRADECER A GUILHERME PELA AJUDA :D ♥

domingo, 15 de novembro de 2009

Reencontro - Parte 5



Já tinha se passado uma semana depois do acontecido, e Maria Clara já se sentia bem melhor. Isso em parte se devia às frequentes visitas de Roran, que agora tinha se tornado um dos seus melhores amigos. Os dois iam pro parque, caminhavam na praia, conversavam sobre tudo. Ela até tinha conhecido a família dele. Uma família muito simpática por sinal, que até a convidou para ir na igreja deles. Maria Clara não se sentia confortável com isso, não gostava da igreja, dessas caretices e todo aquele lance de Bíblia e de aceite a Jesus. Ela até acreditava em Deus, pouquíssimo por achar que se Ele fosse realmente bom não a deixaria sofrer tanto assim, mas acreditava. Mas de qualquer maneira, o convite lhe pareceu tão gentil e caloroso que ela acabou aceitando.

Já era quase seis e meia da tarde, e Maria Clara precisava se arrumar. Roran passaria no orfanato às sete meia para levá-la a tal igreja. Ela olhou para o seu guarda-roupa quase vazio e escolheu o vestido branco, tomara que caia. "Será que pode usar tomara que caia em igrejas?" ela pensou, mas de um jeito ou de outro, o vestiu. Ela não dispunha de muitas peças e aquele era um vestido bonito. Soltou os cabelos cacheados, calçou o sapato e sem maquiar ou se arrumar mais, desceu. E lá estava ele esperando-a.

Como em cena de filme, desceu as escadas lentamente, sentindo a cada passo o coração apertar um pouquinho de ansiedade, mas de uma calma alegria que ela sentia cada vez que via o rapaz. Antes mesmo dela descer todos os degraus, ele subiu os últimos com um enorme sorriso no rosto para buscá-la. Deu um beijo no rosto dela, e eles saíram porta afora.

- Os meus pais vão nos esperar lá. - disse Roran com um sorriso tímido

Isso significava que os dois teriam uma boa caminhada juntos e sozinhos. A brisa da noite estava tão diferente desde a última vez que Maria Clara havia saído. O ar não estava pesado, triste como aquele dia, mas dançava ao redor dos dois com uma doçura e alegria contagiantes. Uma calmaria total e os dois em silêncio.

- Err, você está...muito...linda hoje.
- Obrigada. - falou ela totalmente sem jeito.
- Clarinha, lembra daquela minha vizinha? A do cachorro?
- Não.
- Eu te contei. É aquela do menininho, o filho dela, que pos o cachorro no microondas.
- Ah, me lembro sim! - falou dando uma risada super meiga, deixando as covinhas da buchecha aparecerem.
- Pois é. Dessa vez, o muleque trouxe pra casa um filhote de jacaré. Ninguém sabe como ele conseguiu um bicho daquele, mas isso nem é o pior. Ao invés de procurar as autoridades, ele inventou de criar o jacaré. E deu pra ele uma lata de doce de leite inteira. O animal ficou com a maior "dor de barriga".
- Nossa!

E os dois caíram na risada. Até o momento, aquele era o único som que se podia ouvir, quando eles escutaram alguém vindo correndo de trás deles.

- Parados, levantem as mãos e entreguem tudo o que vocês tem!
- Olha, pode levar o celular, o dinheiro, até as roupas, mas por favor não nos machuque - disse Roran tentando arranjar um jeito de salvá-los.

O cara então começou a rir histericamente. Maria Clara olhou pra trás e viu nada mais do que um menino de uns 17 anos também. Alto, do cabelo cor de bronze, dos olhos azuis, o garoto estava bem vestido e não aparentava ser um bandido. Ele retribui o olhar, mas tudo que ela pode ver foram olhos misteriosos antes de desviar o próprio olhar. Roran também olhou para trás e abriu um sorriso ao reconhecer o garoto.

- Jack! Cara, há quanto tempo.
- Pois é, andei meio ocupado...
- Idiota, você quase me matou do coração! - gritou Clara histericamente, interrompendo o reencontro dos amigos.
- Eu não tenho culpa se você é fresca minha querida - respondeu o garoto sarcasticamente.
- Fresca? Fresca? Você nem me conhece e chega fazendo uma idiotices dessas. Por acaso você tem algum problema tem? Só pode ser débil mental.
- Antes ser débil mental do que uma patricinha como você...

Transbordando de irritação, com os olhos cheios de água por causa do susto e da raiva, Maria Clara deu um tapa no garoto e saiu andando em direção à igreja, que já aparecia na esquina.

EU SEI QUE AS IMAGENS NUNCA BATEM COM AS CARACTERÍSTICAS DOS PERSONAGENS, MAS FAZER O QUÊ? SE ALGUÉM TIVER ALGUMA QUE PAREÇA OU SE A PRÓPRIA PESSOA SE ENCAIXAR, PODEM ME ENVIAR, EU VOU AGRADECER .-.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Reencontro - Parte 4



Joanne


Abriu os olhos aos primeiros raios de sol. Não tinha conseguido dormir mesmo. Eram raras as noites em que dormia, e aquela não tinha sido exceção. Desceu as escadas e olhou o apartamento ao seu redor. Era tudo tão . . . frio. Faltava calor humano ali. Desde que havia se separado do marido, Joanne havia ficado mais triste do que habitualmente era. Mas mesmo assim ela sabia que nada seria tão doloroso quanto o que ela fez. Ela era um monstro, e seu marido estava certa em deixá-la. Ela não merecia estar com ninguém.

Tomou seu suco de laranja e subiu para tomar banho. Deixou a água quente cair em seus cabelos, no seu rosto, braços, barriga . . . Uma barriga que agora ela sabia que nunca geraria um filho. Depois do mioma, o útero teve que ser retirado antes de realizar o sonho dela de ser mãe. Ao lembrar disso, lágrimas correram pelo seu lindo rosto já molhado. Ela não tinha marido, não tinha muitos amigos, não poderia ter filhos. Uma dor imensa se apossou de Joanne naquele momento, e ela se sentou no piso do banheiro, deixando a água lavar a sua alma.

Já era quase 9h00 da manhã, mas mesmo com toda a dor do mundo, ela tinha que trabalhar. Saiu do banheiro e se arrumou. Quando já estava saindo, o telefone tocou.

- Alô?
- Oi Joanne.
- Brigitte!!! - respondeu ela eufórica, reconhecendo a voz da amiga com quem não falava há algum tempo.
- Oi. Eu to ligando pra saber notícias suas, vai fazer um tempo que você não vem na igreja e nem vem aqui em casa.

Joanne se entristeceu novamente ao lembrar de tudo o que tinha acontecido nessa últimas semanas. Sentiu o coração apertar, a respiração diminuir e os olhos se encherem de água. Em toda a sua vida, só havia sentido dor semelhante uma única vez. Mas isso ela fazia de tudo pra esquecer.

- Me desculpe, é que . . . aconteceram umas . . . coisas.
- Se você precisar, sabe que pode contar comigo e com a minha família. - é, disso Joanne sabia. A família do pastor era uma família maravilhosa.
- Obrigada. Olha, porque você não vem aqui em casa? Amanhã?
- Tudo bem, eu vou. Um beijo Jô.
- Outro.

E desligaram. Ela saiu de carro. Trabalhou o dia todo, como sempre e quando já eram 20h00, voltou pra casa. Se sentou no sofá, tirou os sapatos e ligou o som. A música no começo parecia estranha. Uma melodia trágica, mais alegre. Ela não sabia discernir ao certo. Aliás, ia fazer um tempo que ela não conseguia discernir nada. Olhou pra tudo a sua volta, mas seu olhar parou no porta-retrato acima do rack do computador. Um porta-retrato vazio, que lhe trouxe um vazio maior ainda . . .

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Reencontro - Parte 3


Em toda a sua vida repleta de diferentes garotas, de diferentes orfanatos, Maria Clara tinha tido pouquíssimas chances de conversar diretamente com um garoto. E nessas raras vezes, eles sempre eram esquisitos ou idiotas. Ela não conhecia Roran, não sabia se ele era como os outros, mas de alguma maneira sabia que ele era diferente. Naquele mesmo instante, sentiu uma ligação com ele que nem conseguiu explicar. Era como se ele a conhecesse, e mais ainda, a compreendesse como ninguém compreendia. Ela se sentiu cúmplice dele, como se ele tivessem vivenciado as mesmas experiências. Foi então que em seus devaneios, notou que ele esperava por alguma reação, olhando ansioso pra ela.

- Eu falei alguma coisa que te ofendeu? - perguntou ele
- Não, não, porque?
- Você ficou toda esquisita.
- Olha, me desculpa. Eu sei que você não tem culpa dos meus problemas e que eu não devia ter sido tão rude, mais é que eu realmente não estou muito bem, e eu prefiro não falar nada. - disse Clarinha tentando achar uma maneira de se desculpar e ser mais doce com o garoto
- Tudo bem então.

Mas ele não foi embora. Uns 10 minutos depois, Maria Clara se levantou e saiu andando em direção ao orfanato. Roran se levantou também, e continuou andando ao lado dela. Quando chegou na porta do orfanato, os dois pararam. No vento frio e calmo da noite silenciosa, os dois se olharam profundamente. E ficaram lá, parados em silêncio, por longos 60 segundos.

- Porque você fez isso tudo sem nem ao menos me conhecer?
- Eu não sei.
- Muito obrigada.
- Olha, se você precisar, me liga. Eu sou filho de um dos pastores que veio hoje, e provavelmente vou voltar amanhã. Vamos fazer um trabalho com todas as garotas do orfanato, então . . .
- Tudo bem. Mais uma vez obrigada.
- De nada.

Os dois se olharam mais uma vez, e Maria Clara se virou para entrar.

- Maria Clara! - disse Roran
- Oi?

Ele foi se aproximando dela. A cada passo, o coração de Maria Clara também acelerava. O estômago se revirou, as mãos começaram a suar e a respiração ficou irregular. Ele olhou pra ele e seus lindos olhos castanhos vindo em sua direção e se deu conta do quanto ele era lindo. Tão maravilhoso. Mas ela se recusou a pensar assim, não o conhecia. Porque estava tão encantada por ele? Não devia. Mas ao mesmo tempo não fazia nada pra mudar isso. Ele finalmente parou perto do rosto dela e lhe beijou. Um doce beijo no rosto.

- Boa noite.

E ele saiu pela porta, deixando-a lá em pé . . .

CONTINUA

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Reencontro - Parte 2



A cada passo que Maria Clara dava, seu coração disparava cada vez mais. Ela só podia estar sonhando. Nunca imaginou ver aquela mulher daquele jeito um dia. Mas era ela. E quanto mais ela se aproximava, mais ela tinha certeza. Ela viu uma luz vindo da mulher, e a trilha sonora que sempre vinha à sua memória ecoou em seus ouvidos mais uma vez. Foi então que tudo se apagou.

- Maria Clara, meu bem, acorde, vamos lá. - disse Gertrude fazendo com que ela acordasse.
Vagarosamente, ela foi abrindo os olhos, tentando ter certeza de onde estava, se tudo não tinha passado de um sonho. Mas ao ver todas aquelas pessoas no salão do orfanato à sua volta, deu um pulo, e saiu correndo a procura da mulher. Procurou por toda a casa antiga, mas nada. Foi ao quintal, à varanda e nenhum sinal dela. Saiu então desesperada pra rua, com o olho cheio de água. Corria, tropeçando nos próprios pés e quase não enxergava de tanto chorar. Um sentimento estranho de euforia, armagura e medo ao mesmo tempo a tomou e ela já não conseguia pensar em quase nada. Sentia as pernas tremerem a medida que corria, mas tinha que saber quem era aquela mulher. Mas tudo foi em vão, ela já tinha sumido.

Desnorteada, Maria Clara continuou correndo até um parque e se sentou num banquinho. O frio da quase noite a envolveu numa tristeza tão grande, e era como se o vento pudesse entendê-la e conversar com ela. Ao poucos foi sentindo as lágrimas quentes caírem em seu rosto. Quem era a mulher e o que fazia no orfanato? De quem era aquela foto? Porque? Tudo se tornou incerto. Não conseguia respostas, por mais que tentasse. A única coisa que sabia é que a foto lhe havia sido entregue no dia do seu aniversário de quinze anos, por alguém. Alguém que podia lhe ajudar. Alguém que conhecia seu passado, que a conhecia. Mas essa alguém parecia distante, impossível de ser achado.

- Oi. - ouviu Maria Clara
- Quem é você?
- Meu nome é Roran. Eu estava no orfanato quando tudo aconteceu. Você precisa de ajuda?
- Eu não preciso de nada, vá embora! - gritou ela sem não ao menos olhar para o garoto.

Ele se sentou no banco, esperando. Quase meia hora se passou, e os dois continuaram em silêncio. Uma vez ou outra Roran olhava pra ela, mas sem retribuição. Maria Clara então se rompeu numa crise de choro, tampando o rosto com as mãos. Ele esperou até ela se acalmar e começou:

- Seja lá o que for, não pode ser tão ruim assim.
- Você não sabe quem eu sou, não sabe o que eu estou passando. Vá embora daqui! - disse Maria Clara rispidamente.

O silêncio novamente se estendeu, mas não durou muito.

- Olha, eu sei que eu nem te conheço e não tenho o direito de perguntar, mais o que foi que aconteceu? Talvez eu possa te ajudar.
- Porque você se importa tanto?
- Porque seus olhos são exatamente como os meus . . .

Ela finalmente levantou o rosto e olhou pra ele. Viu um garoto um pouco mais moreno do que ela, do cabelo castanho, alto. Ele parecia ter mais ou menos uns dezoito anos. Sim, ele era bonito. Mas o que mais chamou a sua atenção foi realmente o olhar dele. Sofredor, tímido, mas principalmente doce. Um olhar tão doce que fez Maria Clara se perder . . .

CONTINUUUUUA
ps: eu sei que a Clarinha tem o cabelo cacheado, mais eu fiz o melhor que eu pude .-.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Reencontro - Parte 1



Ela contemplava a foto como sempre fazia todos os dias. Sempre após as aulas, ia até o porão do orfanato e pegava sua caixinha. Em meio à alguns papéis velhos de cartas antigas e bilhetinhos de amigas que já haviam partido, lá estava ela, empoeirada e velha, mas com a mesma beleza que sempre deixava Maria Clara encantada. Ela não sabia quem era a linda mulher da foto, mais sonhava que ela podia ser sua mãe. Sempre a via correndo em sua direção, vindo abraçá-la, e a mesma trilha sonora ecoava em seus pensamentos.
- Maria Clara, você aqui de novo! - gritou Elda, a coordenadora do orfanato, fazendo-a guardar a caixinha imediatamente - Eu já te disse que é proibido a entrada de alunos aqui.
- Eu sei, só vim esparecer um pouco.
- Então vamos lá pra cima, antes que as outras internas se achem no direito de vir aqui também. Eu não vou te castigar mais uma vez, só que agora eu espero realmente que você não torne a repetir isso.
- Tudo bem.
Não demorou dois minutos depois de Elda ter saído, Maria Clara voltou e pegou a caixa.

Já estava dando quatro e meia, e era a hora das visitas no orfanato. Geralmente, as únicas pessoas que se importavam em visitar adolescentes abandonadas eram os pastores de igreja e presos que faziam trabalho comunitário. Nem candidatos à adoção iam até lá, uma vez que as criançinhas eram as preferidas. Mas mesmo assim, toda vez que o relógio soava as 4 horas da tarde, todas as meninas eram obrigadas a tomar banho e se arrumar para as visitas costumeiras.
Como Maria Clara não fugia à regra, terminou de vestir seu vestido vermelho, colocou uma fitinha no cabelo solto, e se olhou no espelho. Ela com certeza podia se dizer uma garota bonita, mas mesmo assim não se intitulava como tal. De cabelo cacheado, preeeeto como carvão, pele branquinha, e lábios vermelhos, ela já tinha 16 anos, e nenhuma lembrança realmente boa de sua vida. Quando tinha 6 meses foi abandonada num orfanato. Desde então, mudando de um pra outro até parar nesse, só havia conseguido 3 amigas de verdade, mas todas elas já haviam sido adotadas, menos ela. E isso a fazia ficar mais triste ainda. Todaaaas, menos ela. Afinal, o que tinha de errado nela? Nem sua mãe, nem ninguém a queria. Ela estava realmente só. A única que parecia se importar era a mulher da foto, mas ela parecia tão distante da realidade quanto um anjo.
- Clarinha meu amor, vamos. Hoje temos uma grande programação. Veio um monte de gente. - disse Gertrude, uma das professoras do orfanato. Ela sim era um doce de pessoa.

As duas desceram as escadas. Foi então que Maria Clara viu uma pessoa que sonhava em ver, mais que nunca esperava fazê-lo. Mais era verdade. Ela não estava doida, aquela era sim a mulher da foto . . .

COOOONTINUA, E GENTE, ESSA HISTÓRIA AQUI EU NÃO VOU PARAR DE CONTAR NÃO, PROMETO :D

terça-feira, 27 de outubro de 2009

PARTE 2 DO POST ANTERIOR :D



Cá estou eu na minha humilde residência. Voltando a viagem: eu e minha mãe fomos no shopping de novo, ganhei cinco blusas, dois shorts, e um cinto de tachinha lindo *-*; teve o casamento da minha prima, e depois o jantar :D; e teve mais shopping; e muita pizza e torta de frango e salgadinho, quase todo dia, o que me fez ganhar uns quilinhos. Bom, pelo menos eu acho, mesmo que quase todo mundo tenha achado que eu emagreci. Já outros, disseram que eu encolhi (?). Mas tudo bem. É só ir pra academia, e tomar pó royal (?).

Mas além de todos os micos, roupas, filmes e quilos que eu ganhei nessa viagem, eu ganhei uma outra coisa muito mais importante: experiência. Porque eu experimentei a preocupação de uma cirurgia, a euforia de fazer compras e mais compras, a alegria de rever muitas pessoas da minha família, mas, acima de tudo, experimentei a saudade em sua pior forma. Eu sempre falei que queria ir embora daqui logo, mais não sabia que eu iria sentir tanta saudade assim desse lugar, dos meus amigos.

Muitas vezes, nós temos tantas coisas e não damos valor pra elas. Temos tantas oportunidades e não aproveitamos. Somos felizes, e não sabemos. Nós precisamos dar mais valor pras coisas simples da vida, aquelas que tornam tudo tão especial. Os nossos amigos principalmente. São eles que estão presentes quando precisamos. E quando não precisamos também. São com eles que as melhores e as piores festas acontecem. São eles que, ao invés de apenas enxurgar as nossas lágrimas, fazem de tudo pra que elas não caiam. E são eles que nos provocam os maiores sorrisos.

Sabe, a vida é tão perfeita, mesmo com todos os problemas do mundo. Assim que eu cheguei aqui em casa, a turma toda veio me visitar e, mais ainda, meu irmão. É tão bom receber abraços, sorrisos, beijos de quem a gente ama. E isso é o que verdadeiramente importa. São os momentos mais simples que deixam tudo tão mágico. É o filme com pipoca com a galera. É escutar música surdante e dançar até cansar. É andar de bicicleta com os amigos. É receber um abraço bem apertado da melhor amiga, um beijo de quem se gosta, e ouvir que as pessoas sentiram a sua falta. É andar descalça. É mergulhar numa piscina de roupa e tudo. É cochichar no ouvido da outra, ou outro. É tirar foto da própria sombra. É se lambuzar tomando sorvete, sem se importar. É comer pizza até morrer. É fazer tudo valer a pena. É olhar pro céu, e ter certeza de que tudo que existe nesse mundo Deus fez pra você. O oceano, a areia, as estrelas, o sol, as flores, árvores, tudo. Pra você. E é por isso que a vida é perfeita. Por causa de momentos assim, de pessoas assim.

E isso eu aprendi. Muito bem aprendido. Por isso eu queria aproveitar pra agradecer a tooooodos os meus amigos. Gente, muito obrigada. Obrigada por me aturarem, por me fazerem mais feliz, por rirem comigo, por chorarem comigo, por dançar e gritar comigo, por me ouvir e saber o que me dizer (essa é pra Rafa, te amo irmãzinha ♥, e pra Tininha também), por me aconselhar, por serem vocês mesmos, perfeitos pra mim. Obrigada por fazerem parte da minha vida. Amo vocês <3

E você? Já disse eu te amo pra alguém hoje? Já viveu hoje? Tá passando da hora . . .

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Medo de altura, micos à parte e filmes

Eu sei, o post ficou meio grande. Mais se quizer, não leia. Sério. Pelo menos vai ser um a menos pra zuar da minha cara depois .-.

Cirurgia feita. Sucesso alcançado. Resto da semana pra sair. E como se podia esperar de mim, muitas histórias e micos pra contar. Histórias como a visita do meu primo querido do meu coração *-------*, histórias como a compra do meu short xadrez liiiiindro, histórias como dias sem fazer nada vendo televisão e outras. Como por exemplo, THE PLAYCITY que eu fui e que ainda vou de novo. Nóóóh, esse dia foi muito divertido . . . e traumatizante. Eu explico. Não era pra eu ter passado essas semanas todas aqui em Belo Horizonte. Na verdade, eu vim pra ir pra casa da minha tia em Bom Despacho depois da cirurgia do meu irmão. Ela viria me buscar na segunda, e eu ficaria lá o resto dos dias. Buuuut, o horário do onibus que ela me deu era errado. Consequência: Eu fui pra rodoviária 17:00 horas, só que o ônibus dela só chegou às 18:30, e eu fiquei longas uma hora e meia em pé, na rodoviária, esperando. Foi aterrorizante. Toda hora passava um mal encarado que parecia ser ladrão ou drogado. Daí quando estava dando umas 18:20, eu e minha ouuutra tia que foi me levar na rodoviária ligamos pra minha mãe, e ela falo que a gente não precisava mais ficar lá, pra gente ir embora. Não demorou dez minutos que a gente saiu, minha tia chegou. Mas teve que ir embora sem a minha pessoa. E, acreditem, depois desse tempo todo traumaticamente em pé, eu estava uma pilha de nervos. Visando compensar o tempo extressante, eu e minha ouuuutra tia fomos pro shopping. E adivinhem? O playcity estava no estacionamento. Aliás, não foi só o playcity, foi OOOOO playcity. E eu consegui aproveitar muito bem. Fui em todos os "brinquedos perigosos" que tinha lá. Inclusive o Evolution, que é um que te vira te cabeça pra baixo à uns vinte metros do chão, e que fica rodando rapidão com você lá em cima. Além disso, teve a clássica montanha russa.



Buuuut, eu não consegui ir em um brinquedo: O AVIÃOZINHO. É que os bixim roda muito rápido, quase um centímetro por minuto, e também vai muito alto: QUASE 20 CENTÍMETROS DO CHÃO!!! Daí como eu tenho medo de altura, eu não fui. Além disso, eu fiquei com medo do aviãozinho soltar. Vai que isso acontece mesmo? Eu não sei pilotar. É muito perigo e emoção pra um brinquedo só .-.

Num outro dia, eu e minha mãe fomos no cinema. A gente viu A VERDADE NUA E CRUA, filme muuuuuuito bom (quem já viu levanta a mão? o/). Eu nunca ri tanto na minha vida. O filme tem um monte de bestagem e cada palavra de baixo escalão *---------*, HIASHIASHASIHAISHAS. Como por exemplo, a cena da calçinha massageadora. Muito bom.

cena do filme

Agora, falando de micos, é comigo mesma. Entre os vários cometidos, teve um em especial que marcou. Aliás, tecnicamente, foram dois, mas como aconteceu um após o outro, sejam gentis comigo e me deixem considerar como apenas um. Tudo começou numa linda tarde de sábado. Minha tia veio visitar meu irmão e eu (essa é outra tia, não é a da viagem nem a do playcity), e quando ela estava indo embora, eu, minha mãe e minha outra tia (a do playcity) fomos levá-la até o ponto de ônibus. Até aí tudo bem. Na volta, nós passamos no Via Brasil, que é como se fosse um shopping. E eu tava morrendo de vontade de ir no shopping, só que minha mãe não podia me levar. Daí eu saí andando na frente, e entrei lá dentro. Eu achei que minha mãe e minha tia estavão vindo atrás de mim e continuei andando, só que mais rápido. Daí eu olhei pra trás e não vi as duas, então eu saí de dentro do shopping pra dar a volta e ir pela mesma entrada que a gente veio, pra ver se as duas tinham ficado lá. Fui e nada. Daí eu voltei caminhando normalmente. Quando eu cheguei na saída, minha mãe e minha tia tavam lá. Eu fui correndo até elas rindo, só que minha mãe me pegou pelo braço e foi me xingando, foi xingando, assim na frente de todo mundo lá. Eu fiquei sem lugar onde esconder a cara. Ela fez o maior barraco. Depois a gente foi embora, e ela continuou me xingando boa parte do caminho. Mas, o pior ainda estava por vir (medo, mt medo oO). Do ponto até a casa da minha tia é longe, e tem uma rua inteeeeeira pra andar. E vínhamos eu, minha mãe e ela andando. Daí começou a chover. Aí eu, me achando: EU VOU CORRENDO NA FRENTE, JÁ QUE VOCÊS NÃO CONSEGUEM, AHAHA, ATÉ LÁ EM CASA. Mal sabia eu o que iria ocorrer (medo, mt medo oO)². E eu começei a correr. Quando chegou num bar eu parei. Um cara até me perguntou se eu ia ter coragem de encarar a chuva (me paquerando um pouquinho, admito) e eu, me achando A garota falei que ia, e continuei correndo. Daí tinha um lugar todo coberto e a chuva tava engroçando, só que tinha uma corrente tampando a entrada do lugar. Toda atlética, eu vim correndo e pulei a corrente num salto só. Nisso, minha mãe e minha tia ainda estavam bem pra trás (cof cof, eu corro muito rápido ;D). Depois que passou uns minutinhos a chuva estiou, e eu achei melhor ir pra casa logo antes que ela voltasse com tudo. Daí, ME ACHANDO, REPITO, ME ACHANDO A MELHOR, eu fui correr e tentar pular a corrente como eu fiz da última vez. Buuuut, meu pé enrolou nela e eu caí de barriga no chão. O povo tudo que tava no bar viu, inclusive o cara que deu em cima de mim *corre e se esconde*. Daí eu me levantei, toda molhada, porque eu já estava encharcada e ainda cai no chão tooodo molhado e sujo, cheio de lodo. Só que quando eu fui andar, me deu a maior falta de ar, por causa da queda (eu caí de barriga no chão, oi). Eu tentava puxar o ar, mais ele não vinha e eu fui fazendo força, só que não adiantava. Aí eu ajoelhei no chão, com a mão na boca do estômago (oi?) tentando respirar. Daí veio um cara e perguntou se eu estava pensando mal, e se ajoelhou junto comigo. Nessa hora veio minha mãe me gritando, toda histérica achando que o cara tava me atacando. E pra eu explicar que eu tinha caído, sendo que eu nem tava respirando? Meu Deus, fui um vulco vulco danado. Até que eu melhorei, expliquei minha mãe, agradeci o cara, e saí com a maior cara de bunda .-.



CONTINUA NUM PRÓXIMO POST, UMA VEZ QUE EU AINDA NÃO FUI EMBORA E CREIO EU, MICOS E MAIS HISTÓRIAS AINDA ESTÃO POR VIR.

sábado, 17 de outubro de 2009

Notícias

Meus amores, muuuuuuuito obrigada pelo carinho de vocês no último post. Vindo aqui pra dizer que a cirurgia foi um sucesso e deu tudo certo. Inclusive, o médico disse que essa foi a cirurgia mais perfeita que ele já fez. Sorte? Não, foi Deus mesmo :D
Enfim, já tudo bem, meu irmão já está em casa (casa da minha tia, quer dizer). A gente provalvemente deve voltar pra Jequitinhonha semana que vem. Quando eu arrumar um tempo maior, venho contar pra vocês tudo que já aconteceu comigo aqui, o que não foi pouca coisa (pro meu azar .-., HAISHIAHISA, vocês vão entender no próximo post). E eu vou ficando por aqui. Mais uma vez obrigada, e me desculpem pela demora e sumiço. Beijos :*

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Viagem e confiança.

Eu lutava taekwondo. E amaaaava. Principalmente quando eu tava com raiva, porque eu dava o maiooor bicudo no saco de pancada, e lutava pra caramba. Eu e o irmão íamos toda segunda, quarta e sexta. Era tão bom. Mais apesar dos benefícios, como por exemplo, o meu emagrecimento (o que é muito bom :D), ele não trouxe só coisas boas não. Uma delas foi o machucado no joelho do meu irmão. De tanto chutar com força, ele acabou machucando. E isso, junto com as educações físicas e com os jogos de futebol, resultou numa coisa terrível: cirurgia. É, o meu irmão vai ter que fazer uma. E hoje a gente vai viajar pra belo horizonte, eu, minha mãe e ele. Não nego que estou preocupada, aliás, muuuito preocupada, mas não estou com medo. Eu sei que vai dar tudo certo. Meu irmão é o baterista da igreja, e nós temos fé, sabemos que o joelho dele é consagrado pra obra de Deus, e que Ele é fiel. Então, torçam e orem pela gente. Essa semana do feriado toda eu vou ficar sem postar, mais prometo que volto com boas notícias. Beeeeeijos meus amores :*


"Entrega teu caminho ao Senhor, confia Nele, e o mais Ele fará" Salmos 37.5

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Com muito carinho

Caros leitores, perdoem a minha ausência. Eu me encontro em semana de prova, e a minha internet também não anda cooperando muito (pergunta pra Rafa, eu não consigo ficar nem 5 segundos no msn --'). Enfim, eu não tenho tempo de postar todos os selinhos que eu recebi agora(muuuuuito obrigada *---*), mais vou postar um meme que eu peguei do Palhaçadas a Parte (blog que merece um visita :D) e que já tava pronto faz um tempo, só esperando a colaboração da Net. É uma carta que você escreveria terminando um namoro. Então, é só isso. Kisses and Fun :*


Caro Henrique . . . :)

Cachorro, idiota, retardado, vagabundo, safado, sem vergonha, filho de um puura mãe brasileira, você não podia ter feito isso comigo. Mais quer saber? No fundo, eu sempre soube que você era assim. Sempre soube que você não prestava quando você maltratava sua mãe, quando mentia pra mim dizendo que estava estudando enquanto todos me diziam que você estava na festa, quando mexia com outras garotas na minha frente, mas eu, de burra, nunca prestava atenção. Eu te amei com todo o meu ser, fiz de tudo pra gente ser feliz, aguentei zuações, fui contra a vontade de todos e é assim que você me retribui? Me trocando pela primeira que passou? E justo por aquelazinha? Ah, mais isso não vai ficar assim, juro que não vai. Você mexeu com a pessoa errada.
Agora chega! Eu não tenho sangue de barata, e você vai pagar caro por essa humilhação. Sabe aquela música: "Eu vou fazer você sofrer só pra deixar de ser ruim, te ver chorar, te ver sofrer, se humilhar, ficar correndo atrás de mim" ? Pois bem, só isso não me basta. Eu quero ver você se ferrar de verdade. Eu vou esfregar sua cara no asfalto quente. Melhor, eu vou te queimar vivo. Mas não vou deixar você morrer tão fácil não, engano seu. Antes de morrer totalmente, eu te jogarei no rio. Mergulharei você com toda força que eu puder, mas não deixarei você se afogar, não sou tão boazinha assim. Depois te queimarei de novo, mais faço questão de te salvar. Pra depois te afogar de novo. E depois arrastar sua cara no asfalto quente mais uma vez. Depois, eu vou te asfixiar, mas antes de você morrer, eu juro que paro. Não sou esse tipo de pessoa que você está pensando. Não sou tão louca assim. Não tão louca a ponto de só fazer isso. Então, eu vou te dar uma coca-colazinha. Pra refrescar, é claro. Ah, e envenenar também. Mais antes eu vou te dar um remédiozinho, não quero que você morra. É por isso que eu vou fazer coisas pequenas com você: só arrancar unha por unha, fio por fio de cabelo. Coisas simples. Mas ai eu te queimo vivo de novo, e afogo de novo, mas não te deixarei morrer. Eu prometo. Depois, eu te dou só um murrinho na cara, não vai fazer tanto mal assim. Eu prometo² :D


Com carinho, Turtelina


Imagem sem sentido nenhum, colocada aqui só pra ter uma imagem mesmo.

sábado, 26 de setembro de 2009

Porque raios as pessoas fazem essas malditas festas?

Aniversário da cidade, micareta de Jequitinhonha. Festa durante 3 dias. 2 meses depois: - Mãe, eu to grávida! É, é exatamente assim que acontece.
E o povo se mata, se espreme no mulvucão, beija vinte por noite, chega em casa só o cheiro de cerveja misturada com pinga e outras milhares de substâncias alcoólicas, sem o tênis e o relógio caro, só o ressaca e acha que tá abalando. Eu, sinceramente, não entendo porque uma pessoa faz esse tipo de coisa. É sério, essas festas me assustam. E o pior é que elas ainda trazem um monte de marginal pra cidade. É, marginal. Porque, pra mim, um cara de 40 anos, só o pau, num carro com mais de outros oito caras escutando PSIRICO, que mexe com uma menina indefesa de 14 anos na rua, é sim um marginal (sim, eu passei por esse constrangimento, eca ¬¬). A cidade tem gente pra tudo quanto é lado, gente de todo o tipo, gente bebendo, gente pagando mico, gente sem o que fazer. Gente que muitas vezes deixa de pagar alguma conta pra comprar o precioso abadá, e que espera o ano inteeeiro por isso. Como se esses três dias de festas apagasse tudo que eles já viveram ou que estão vivendo. Mas se esquecem que depois, vai todo mundo embora. Os problemas voltam, e alguns são até adquiridos na festa. Então, pra que fazer isso?
Ah, quer saber? Deixa pra lá. Eu deixo pra lá, não posso fazer nada. A única coisa que me resta é ficar quetinha na minha casa, e deixar o pau quebrar lá fora. E pode apostar que tá quebrando nego véi.

Beijos da sua blogueira, que aqui se encontra morrendo de cólica, com sono por não ter dormido a noite, e de saco cheio desses batuques muito louco dessa festa chata :*

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Atualização pobre ¬¬

Érr, oi povos e povas, passando aqui pra avisar que por esses dias vou ficar sem postar, incluindo hoje que, novamente, vai ficar sem post informativo. Isso devido ao suceeeesso do aniversário da minha cidade (aproveitando, parabéns Jequitinhonha, não vejo a hora de ir embora de você ^^)(err, tá bom, eu exagerei, até que eu gosto daqui). Enfim, além disso, eu estou em semana de prova ¬¬



Tá, tá, isso é trágico, eu sei. Eu até iria aproveitar que deu pra entrar hoje e postar os selinhos, só que não tá dando pra carregar imagem nenhuma nessa budega hoje. Então, só me resta dizer beijos e saudades :*

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Pena, que pena :/


É minha gente, realmente uma pena. Uma pena que eu não vou mais poder continuar contando a história no blog. Coisas aconteceram, pessoas falaram demais e a trágica consequência foi essa. E, eu queria pedir mil desculpas pra quem a acompanhava. Mais não fiquem com raiva de mim, eu ainda continuo escrevendo páginas e páginas dela, e, no dia que eu publicar ela como meu primeiro livro, vocês poderam comprá-la. Eu prometo. Mais pra quem não se contentou com essa tragédia, adicionem-me no msn e eu a conto exclusivamente, lógico, depois de uma longa entrevista pra ver se não são espiões da oposição (brincadeira, HAISHIAHIAS :X). Que coisa boa não? Ter a história direto da fonte . . . Enfim, o msn é ivanapretinha@hotmail.com (é, eu sei, o endereço é horrível)
Quem for adicionar por favor, indentifiquem-se com nome e falando que é do blog. Afinal, não posso aceitar qualquer um, vai que é um psicopata . . .
Bom, por hoje é isso. Mais uma vez, miiiiiiiiil desculpas, e beijos amados :*

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Humor realista !



extraído de http://tironas.blogspot.com/.